Bem Vindos !

Bem Vindos tôdos(as) os que Amam a Lusitânia , tôdos(as) os que Amam Portugal e o Sêu significado profundo no que respeita ao Futuro da nossa querida Mãe Terra e da Sua Criação , incluindo a Humanidade .
Estejam á Vontade nesta humilde casa , aonde podem Descansar junto á Lareira do Coração , enquanto ouvem uma Música e lêem as Palavras reconfortantes de um Livro ... mas não esperem adormecimento , nem alienação , nem inconsciência , nem nada que nos afaste da Realidade ...
Esperem , talvez , o inesperado , e Tudo o que nos possa (re)conduzir de volta á Fonte ... encontrarão aqui Coisas de muitas proveniências .
Tôdas elas , sejam , Palavras , sejam Música , sejam Imagens , falarão de Dêus , o nosso querido Pai e Mãe , Filho e Espírito Santo ... opto por nomear segundo a Tradição Ocidental , que é a minha , em Especial , nêste Rectângulo ancestral que é Portugal , nêste Balcão que Mira o Atlântico profundo , aonde , Algures , no seu Fundo , a Atlântida aguarda Regressar ao Consciente da Humanidade ... não meçam o que aqui vêem/ouvem/sentem , por conceitos limitadôres , porque a Lusitânia da nossa Alma , não tem medida , a nossa querida Mãe do Céu e da Terra , não SE Limita .
Não nos limitêmos nós (cada um de nós) também ... Tudo é permitido , tôdas as palavras , opiniões , sentimentos , maneiras de vêr , serão permitidas , excepto aquelas que nos conduzam de volta á inconsciência .
Palavras de maledicência , de hipocrisia , de cinismo , de maldade , de intolerância , de fanatismo , de mentira , serão erradicadas deste local de Paz .
Tôdas as formas de expressão , religiosas/espirituais/filosóficas serão bem-vindas dêsde que venham do coração , movidas pêla Honestidade e pela Humildade do verdadeiro aprendiz .
Da Lusitânia , de Portugal , falarei/ falarêmos se assim o quiserem , da sua História , da sua Espiritualidade , dos seus Poetas/Profetas ,das Profecias , da sua imensa e íntima relação com o estabelecimento nesta Terra , das Novas Terras e dos Novos Céus prometidas pêlo Criadôr .

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11/03/2015

O Mar ...




 

« Pôrto calmo de Abrigo,
De um Futuro Maior,
Ainda não está perdido 
No presente temôr. 

Não faz muito sentido,
Já não esperar o melhor,
Vem da névoa saindo,
A promessa anterior .

Quando avistei,
 Ao longe o mar,
Ali fiquei 
Parada a olhar.

 Sim, eu canto a vontade,
 Canto o teu despertar,
 E abraçando a saudade 
Canto o tempo a passar .

Quando avistei,
Ao longe o mar,
Ali fiquei,
Parada a olhar.

Quando avistei,
Ao longe o mar,
 Sem querer , deixei-me 
Ali ficar. »


«Dom João II e a Obra das Descobertas»
Pintura do grande mestre Carlos Alberto Santos



O esforço é grande e o homem é pequeno

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

este padrão ao pé do areal moreno

e para deante naveguei.

 

A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão signala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por fazer é só com Deus.

 

E ao immenso e possível oceano

Ensinam estas quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é portuguez.

 

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
(in Mensagem 
de Fernando Pessôa)




 (CRÉDITOS) 
 O Mar dos Madredeus 






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